segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Strange Tales # 9-Resenha de HQ

Crítica:
Quem acompanha o Maquinário
sabe que gosto de quebrar minhas
resenhas com críticas e sinopses
mais ou menos detalhadas, especial-
mente em se tratando de quadrinhos
antológicos.
Tinha em mente fazer o mesmo com
esta edição da ST mas a qualidade
dos plots e sua execução é tão
tosca e primitiva que seria um tédio
entrar em detalhes com tamanha
pobreza textual. As edições anteriores
mantinham um certo "equilíbrio" com
com contos que iam do absolutamente
podre ao excelente, com alguns (raros)
pequenos clássicos. Aqui o nível des-
penca de vez e com exceção do último
conto que tem bom desenvolvimento (que
no final murcha com um desfecho tosco
e anticlimático) o resto é ruim de arrancar
cabelos e só nos resta a apreciar a
(sempre) excelente arte rica em atmosfera
densidade e expressões faciais.
Blind Date sobre um malandro tentando
conquistar uma femme fattale começa
razoável mas tem um desfecho horrível.
The Strange Game sobre um mestre do
poker é ruim do começo ao fim, mas o final
é qualquer coisa de surreal, das piores coisas
já publicadas pela Atlas.The Man From Mars nos
traz um Stan Lee pouquíssimo inspirado.Drunk
Deep Vampire da nova dimensão ao termo "cheesy"
mas não é o pior, além de ter um inesperado desfecho
que não faz juz a qualidade podre do script.
The Voice of Doom sobre um chefe autoritá-
rio é de longe o melhor, mas tem um final ruim.
Agora só me resta lêr o # 10 e torcer para que
este gostinho amargo na boca se dissipe.

Cotação: Pelos scripts eu daria -10 mas leva
um 4 pela excelente arte.

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